1. Os seguintes países estão incluídos: Argélia, Chade, Costa do Marfim,Tunísia, Nigéria, Mali, Botswana, Burkina Faso, Camarões, Egito, Guiné Equatorial,Etiópia, Gabão, Gana, Quénia, Maurícias, Marrocos, Moçambique, Namíbia, Senegal, África do Sul, Tanzânia, Uganda, Zâmbia, Zimbabwe.
  2. Um pouco por todo o continente africano, multiplicaram-se as greves por melhores salários e condições de trabalho, nas instalações de grandes empresas multinacionais. Em Abril de 2010, na Guiné, trabalhadores da fábrica de alumínio Fria (parte da russa Rusal) conseguiram um relevante aumento salarial, o mesmo aconteceu a 7.000 grevistas numa instalação fabril da ArcelorMittal, na Argélia, em Janeiro de 2010. Nos Camarões, os trabalhadores do porto independente de Douala, operado pela multinacional francesa Bolloré, alcançaram um resultado similar, em Abril de 2010 (Jeune Afrique, 2010).
  3. O ILP mede diversas componentes da liberdade política. Essas componentes incluem: eleições livres e justas; apuramento correcto dos votos; a medida em que os cidadãos têm liberdade de organização, em partidos políticos ou grupos; se existem votos significativos na oposição e se há uma real possibilidade de alternância; auto-determinação e liberdade relativamente a qualquer forma de domínio; uma razoável autodeterminação para grupos culturais, étnicos, religiosos e outras minorias; grau de descentralização do poder político. 
  4. O declínio da violência de actores não-governamentais desde 2006 fica a dever-se, em grande medida, à diminuição da intensidade nos conflitos na região do Darfur e na Costa do Marfim.
  5. Ivanic e Martin (2008, p. 405), por exemplo, consideram que o forte aumento dos preços dos alimentos em 2007 e 2008 «poderá muito provavelmente fazer crescer substancialmente a pobreza global nos países de baixos rendimentos». 
  6. http://news.xinhuanet.com/english2010/world/2011-03/15/c_13780370.htm
  7. Entre 2006 e 2009, a produção de petróleo na Nigéria caiu de 2,6 para cerca de 1,7 milhões de barris por dia. Esta queda foi devida a ataques contra locais de produção e sequestros de agentes internacionais pelo MEND, um grupo armado rebelde.
  8. «A Transparency International define corrupção como abuso de poder em proveito pessoal. […] O CPI de 2010 baseia-se em diversas avaliações e inquéritos de opinião a empresários, levados a cabo por instituições reputadas e independentes […] De uma forma geral, os inquéritos e as avaliações utilizados para compilar o índice incluem questões relacionadas com o suborno de funcionários públicos, ausência de acesso a contratos públicos, peculato e questões que testam a força e a eficácia dos esforços públicos de luta contra a corrupção.»(Transparency International, 2010).