Apesar do crescimento e importância do investimento intra-africano, este ainda não representa a maioria dos fluxos que têm origem no continente. Entre 2000 e 2009, 63% dos fluxos de IDE com origem em África foram investidos nos países da OCDE. Em 2009, este rácio foi de 56%, num total de investimento de 5 mil milhões de USD (dados combinados da UNCTAD, 2010a e da OCDE, s.d.). Por um lado, este investimento pode desempenhar um papel fulcral para a entrada de expertise no continente, através de aquisições em economias mais avançadas. Por outro lado, esta larga percentagem de investimento africano que se dirige à OCDE, em vez de ter como destino outros países africanos, apresenta um potencial inexplorado.