M-Pesa lidera os pagamentos de telemóveis no Quénia
Em Março de 2007, a M-Pesa foi lançada no Quénia, onde chegou aos 5 milhões de clientes. O dinheiro é transferido de uma pessoa para outra através de MAS com um telemóvel que possui um cartão SIM activado. As pessoas podem registar-se em qualquer agente de quiosque, mostrando a sua identificação e sem pagar qualquer taxa de registo. As pessoas compram tempo de chamada que é transferido para a conta do telemóvel do receptor, podendo ser descontado noutro agente. A maioria das transacções é inferior a KES 2000.
A M-Pesa tem tido sucesso porque depende de estruturas e práticas tradicionais, modernizando-as. É, na verdade, um modelo baseado em práticas locais de pagamento, na rede alargada de comunicações móveis e numa grande rede de distribuição. Esta rede de distribuição consiste em agentes que já estavam presentes nos mercados e que recebem formação básica da M-Pesa. Apenas 3 meses após o seu lançamento, o serviço dispunha de 400 agentes, em comparação com 450 agências bancárias e 600 ATM no Quénia. Em 2009, a M-Pesa contava já com 3400 agentes. É um sistema simples e rápido, demorando menos de 30 segundos a efectuar uma transferência.
Outro elemento importante da M-Pesa é a capacidade de adaptação às especificidades locais. Quando recentemente iniciou os serviços no Afeganistão, em vez de utilizar o menu de ferramentas do cartão SIM no telemóvel, como no Quénia, o fornecedor disponibilizou uma modelo de interface baseado no reconhecimento da voz, que é adaptado a níveis de alfabetização muito baixos no país. No Quénia, os planos da M-Pesa incluem chegar a pagamentos de facturas e a remessas internacionais.
Fonte: Relatórios de situação da Vodafone em Dezembro de 2008 e autor.
Morocco's example
Jean-Philippe Stijns, co-author of the "Public Resource Mobilisation" study, highlights Morocco's practices while observing their taxation policies.
Useful links
- OECD Development Centre
- OECD
- African Development Bank
- UNECA
- World Bank
- United Nations
- Proparco's magazine
Private Sector and Development
Acesse os estudos de 50 dos 53 países na África. Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Mozambique e São Tomé e Príncipe podem ser acessados em versão portuguesa.



