Apesar da grande diversidade de parcerias poder ser benéfica para o desenvolvimento de África, existem receios de que a intensa interacção com os novos parceiros possa não só aumentar a sobre-especialização do continente em matérias-primas não processadas, mas também minar o paciente trabalho dos parceiros tradicionais na redução da dívida e afectar a qualidade da governação. Os resultados mantém-se em aberto nestas três dimensões. Apesar de não existirem provas consolidadas destes receios, os riscos existem efectivamente, requerendo o aumento da cooperação entre os decisores políticos africanos e o reforço da transparência por parte de todos os parceiros.